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quarta-feira, 11 de maio de 2016

O sofrido trajeto de D. Moisés de João Pessoa- Cajazeiras

Hoje, com a BR-230 chega-se a Cajazeiras, mesmo por via terrestre, é questão de horas. D. Moisés, entretanto, teve que seguir longo e penoso itinerário, durante 10 dias, usando os mais variados tipos de transportes para alcançar a sede diocesana.
Saiu do Porto de Cabedelo, pela manhã do dia 17 para somente dar entrada em sua cidade, ao cair da tarde de 27 de junho. Viajou de navio até Fortaleza e dali a Iguatu, pela estrada de ferro. De Iguatu a Cajazeiras venceu a cavalo, 25 léguas, ou seja, 150 quilômetros. É interessante não esquecer que 1915 foi ano de estiagem e “a paisagem geográfica e humana, segundo relata o Cônego Lima, confrangia o espírito. A seca havia calcinado os campos do sertão e jogado pelas estradas, famintos, andrajosos grupos de flagelados mendigando o pão...”.
E aquela visão de fome e de miséria, aliada à insegurança gerada pelo banditismo dominante na região, fez o Bispo retomar a idéia da cruz e repetir, em seu discurso de agradecimento: “Meu programa é o da crus. Minha missão é de paz e harmonia, tanto quanto me permitirem as minhas forças”

Da obra “Perfil Biográfico de Dom Moisés Coelho” do Prof. Cônego Major PM Eurivaldo Caldas Tavares – 1977
pag. 51.


domingo, 11 de novembro de 2012

Primeira Comunhão de D. Moisés Coelho

O nosso primeiro bispo, o cajazeirense D. Móises Coelho, recebeu a primeira comunhão das mãos do Padre Inácio de Sousa Rolim, fundador da cidade de Cajazeiras.
Foi o Padre Rolim o responsável pela inclinação de D. Moisés para o mi- nistério sacerdotal, talvez uma premoni- ção da criação da futura dioceses de Cajazeiras, a seguni- da da Paraíba e uma das primeiras do interior do Nordes- te, já que em 1914, no dia 6 de fe- vereiro, São Pio X cria a nossa diocese e neste mesmo ano, no dia 6 de novembro, o Papa Bento XV, nomeia o 1º bispo de Cajazeiras, Dom Moisés Coelho, que toma posse no dia 29 de junho de 1915, na Matriz Catedral, a antiga capela de Mãe Aninha, que já havia passado por uma grande reforma no ano de 1888 e outra em 1915, quando foi instalada a diocese. Premonição ou não, não há um cristão que duvide de que a honrosa escolha se deveu ao prestígio do Padre Rolim.
Da obra “Perfil Biográfico de Dom Moisés Coelho” do Prof. Cônego Major PM Eurivaldo Caldas Tavares - 1977


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A rica cruz peitoral de D. Móises Coelho

  
Entre as insígnias episcopais, recebeu o futuro Bispo Cajazeiras, D. Moisés Coelho, uma de inestimável valor histórico – rica cruz peitoral, de ouro, com pedras preciosas. Foi presente de Sua Eminência, o Sr. Cardeal Joaquim Arcoverde Cavalcanti de Albuquerque, o qual, na qualidade de aluno do Colégio Padre Rolim, quis homenagear o 1º Bispo de Cajazeiras. Por sua vez, havia o cardeal recebido a mesma cruz, como lembrança do Papa Leão XIII. Hoje, aquela jóia pertence ao patrimônio da Diocese e se encontra com o atual Bispo, D. Zacarias Rolim de Moura, parente de D. Moisés e do Padre Rolim.

Da obra “Perfil Biográfico de Dom Moisés Coelho” do Prof. Cônego Major PM Eurivaldo Caldas Tavares – 1977
pag. 46
D. Moisés no seu trono episcopal