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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Histórica Pedra do Galo…

A Pedra do Galo, todos os anos, 
é o ponto de referência para 
a partida da tradicional Via Sacra 
e tem como término 
a Igreja de São João Bosco, 
na Praça Camilo de Holanda.
     Histórica Pedra do Galo e a Cruz de Cristo e a vitória das mulheres para retirar o cabaré de Cajazeiras por trás do Cemitério Velho.
     Nos idos de 1950, depois de um embate entre as mulheres cristãs de Cajazeiras e o poder público municipal, com o objetivo de retirar o cabaré de Cajazeiras, por trás do Cemitério Coração de Maria, conhecido como “Ferro de Engomar” e o grito de Frei Damião de que só voltaria a pregar as Santas Missões em Cajazeiras depois que o prefeito mudasse de local o velho meretrício. Para comemorar a vitória da luta pela retirada, foi celebrada uma missa, por Frei Damião. A comunidade católica tomou como base uma pedra existente mesmo em frente ao novo local do cabaré da cidade, que ficou conhecido como “A Palha” e construiu uma Cruz e no seu ápice colocou um galo. 
     A Pedra do Galo, todos os anos, é o ponto de referência para a partida da tradicional Via Sacra e tem como término a Igreja de São João Bosco, na Praça Camilo de Holanda.  
     A Pedra do Galo fica situada na Velha Estrada de Jatobá, hoje Bairro São Francisco.O prefeito foi Otacílio Jurema.
TV DIÁRIO DO SERTÃO


domingo, 26 de março de 2017

Praça Coração de Jesus anos 50

Que lindo, que momento mágico. A direita em primeiro plano, está a imponete esquina onde hoje é a Daniele Boutique. Bem lá no fundo, o antigo Armazém Bandeirante com o seu concorrete Armazém São Paulo à esquerda. No meio, o saudoso pé de trapiá. O mais... Jippe's, Marinetes, homens, mulheres e o céu como testemunha.
 Esta foto é realmente uma viagem no tempo. 
Ela foi gravada no momento em que o calçamento da Av. Padre José Tomaz estava sendo feito. Observe bem que no canto esquerdo da mesma, há um monte de areia. Onde estão os postes de luz, o meio fio está inacabado. No lado direito, na esquina onde hoje funciona a Danielle Butique, dá pra ver - com detalhes, os operários trabalhando na pavimentação. Lá nos fundos - na calçada da antiga lanchonete São Braz, tem outro operário trabalhando. No meio da foto, estacionado, um caminhão usado para transportar a areia, está debaixo do antigo Pé de Trapiá. 


Praça Coração de Jesus (POEMA)


Praça Coração de Jesus - Praça dos carros  
O que mudou?

Na busca de um passado
revirei os teus armários
e num sonho infinito
te vi no tempo a galopar.

Em meio a nuvens, neblinas...
olhei pra ti cidadela
modéstia, mudaste de luz
parece não ser mais a mesma

Os dias de (trás) passaram
a vida segue frenética
nas lembranças sucumbidas
tuas calçadas mofaram.

Quisera as gerações
inversamente opostas
na linha imaginária do tempo
povoasse os teus becos
reverenciasse suas fachadas.

Sobre risos, as poesias
falassem de sua história
cuidasse mais (sempre) de ti
amasse os seus poetas

por que a vida passa...
tudo passa,
tudo passa,
e atrás... segue o tempo
pois de nada
é para sempre. 


Francisco Cleudimar F. de Lira  

sábado, 19 de novembro de 2016

O BALDO DO AÇUDE GRANDE DE CAJAZEIRAS

O baldo do Açude Grande de Cajazeiras é um local que pode ser considerado um dos mais visitados desde o início de sua construção. Baldo, paredão ou passarela do Açude Grande? Não importa de que maneira seja falado, o que interessa é que o cajazeirense tem orgulho de ter esse local como grande preferência para apreciar o pôr-do-sol. Em muitos poemas e poesias, o Açude Grande é citado pela beleza quando os raios do sol se refletem sob sua água, dando importância e dimensão do local.
  Ao subir a escadaria do Baldo na Praça João Pessoa, che-gar ao último degrau, a contemplação da beleza do açude faz com que valeu o esforço naquele mo- mento. Sentar no banco de cimento do Baldo e tirar fotos do pôr-do-sol de vários ân-gulos, é beleza pura. Aproveitando este mo- mento de tirar fotos, gira-se em sentido contrário e fotografa-se a Praça João Pessoa para registrar o seu cotidiano com o movimento de carros, motos e pessoas.

    Além da beleza que faz o Baldo um ponto turístico, lá, tam-bém, é local para ca- minhada e passeios, principalmente quando o Açude Grande está com o nível das águas alto, após chuvas torrenciais que caem sobre a ci-dade. Algumas pessoas também andam de bi-cicletas neste local.
   Outra beleza do Açude Grande são os pastos verdes que se formam na sua margem, bem como os canoeiros, que fazem pescaria com suas tarrafas, galões e varas, à procura de um peixe para sua alimentação. Muitos casais da cidade iam para o baldo assistir o pôr-do-sol e a lua, enamorar, paquerar e acredito que muitos chegaram a se casar.

   O baldo fazia ligação entre dois clubes sociais da cidade, que eram o Cajazeiras Tênis Clube e o Clube 1º de Maio. Após a demolição do Clube 1º de Maio, no local foi construída uma quadra de esportes onde jovens praticam diversas modalidades. A cidade perdeu um patrimônio da comunidade, bem como o brilhantismo das festas que eram realizadas naquele sodalício, principalmente na época do Carnaval. Nos Carnavais de Cajazeiras, principalmente  à noite, era muito grande o movimento das pessoas no baldo do Açude Grande, naquele vai-e-vem entre os clubes citados, de foliões vestidos a caráter, diversos, onde se presenciava também os jovens -os asilados e penetras- que bebiam demais.

Por outro lado, ganhou uma praça de alimentação com quiosques em frente ao antigo Clube 1º de Maio, onde o turista pode apreciar a beleza do Açude Grande saboreando uma cervejinha gelada acompanhada de petiscos, com som ao vivo ou no telão. A praça citada chama-se Leblon, em homenagem ao Leblon no Rio de Janeiro.

 Já do outro lado do baldo fica o san- gradouro do Açude Grande com sua ponte de concreto e com os arcos que ficam nas pontas da ponte. An- tigamente essa ponte era de madeira com pilastras de sustentação em concreto e na sua extensão como apoio de proteção nas laterais, cabos de aço. Na época da sangria, nós, meninada, ficávamos em baixo da ponte pegando piabas que desciam na correnteza. Neste local, nesta época, era muito grande a presença dos cajazeirenses, devido ao espetáculo da correnteza que passava em baixo do sangradouro. Após a ponte, tem a segunda parte do baldo, que vai até os fundos do Colégio Diocesano Padre Rolim, já de pouca importância em relação a primeira, devido sua localização.

Fico pensando o seguinte: num futuro bem próximo, saio de Brasília direto para Cajazeiras a bordo do avião de uma grande empresa aérea, para pousar no novo Aeroporto de Cajazeiras. Antes de pousar, esse avião passa ao lado do Cristo Rey, da Catedral e por cima do Açude Grande. E, finalmente, estou na minha Cajazeiras. “Ô CARRAZÊRA BÔA!”.


PereiraFilho
jfilho@ebc.com.br
Radialista
Brasília - DF

sábado, 30 de julho de 2016

A relação ao patrimônio histórico tombado pelo IPHAEP, em Cajazeiras

A relação ao patrimônio histórico que é catalogado e tombado pelo IPHAEP, em Cajazeiras sob a proteção do Decreto n. 25.140, de 28 de junho de 2004, pode-se afirmar que está constituído basicamente por um acervo material e arquitetônico, composto pelo centro histórico inicial da cidade e alguns monumentos isolados considerados pelo referidodocumento e pelo Instituto como de importante valor para a memória e a história locais. São eles:
• Delimitação do Centro Histórico Inicial da Cidade de Cajazeiras 

• Estação Ferroviária de Cajazeiras 
A Antiga Estação Ferroviária de Cajazeiras – o trecho da ferrovia Rede Viação
Cearense começou a funcionar em Cajazeiras em 05 de agosto de 1923. Já o edifício da estação foi inaugurado somente em 03 de setembro de 1932. Foi desativada como ramal da
R.V.C. em 1971. Tombada em 2001 pelo IPHAEP, segundo o professor José Antonio de
Albuquerque, desde 1972, o prédio se encontra sob a administração da atual Universidade
Federal de Campina Grande e abriga o Núcleo de Extensão Cultural – NEC, do Campus de
Cajazeiras.


• Cajazeiras Tênis Clube 

O Cajazeiras foi Tênis Clube construído em 1954 no local onde existia a antiga casa da
fazenda da família do Padre Rolim. A demolição da velha casa para tal empreendimento foi
motivo de protestos por parte da população local, mas nada  pôde ser feito. 
Ao longo das décadas de  1970 e 1980 o referido clube foi palco de muitos eventos sociais na cidade de Cajazeiras com destaque para os carnavais, os tradicionais concursos de beleza e o baile de debutantes, no qual eram apresentadas as futuras “damas” da sociedade, evento que ocorria de dois em dois anos e era bastante disputado pelas moças das famílias de melhor poder  aquisitivo de Cajazeiras. Atualmente se encontra em decadência e deterioração
A respeito da demolição da velha casa, o ex prefeito Francisco Matias Rolim relata, em suas memórias, como se deu sua participação no referido acontecimento, bem como as manifestações da sociedade cajazeirense contra o ato (Do miolo do Sertão, 1998, p. 96-97).
 
• Praça Nossa Senhora de Fátima. 
 A Praça Nossa Senhora de Fátima, considerada a primeira Praça de Cajazeiras, nos
tempos iniciais da cidade era uma pequena artéria que tinha o nome de Rua do Cruzeiro, em referência a existência de uma velha cruz que havia no local, ao longo de sua existência Passou por várias reformas, mas foi em 1930, na gestão do então prefeito Hildebrando Leal que foi transformada, de fato, em praça publica e teve erguido o Coreto que até hoje se encontra no centro do logradouro. 

De acordo com o professor Antonio de Souza na época a praça era: 
"o ponto chique da cidade, o local de atração do  povo, o centro de
manifestações cívico-religiosas e sociais da comunidade, onde se realizavam
aos domingos, dias santos e feriados, alegres retrêtas, sob os acordes
maviosos da banda de música local, com a presença elegante do mundo
social cajazeirense". (SOUZA, 1981, p. 46)

Em 1952, o prefeito Otacílio Jurema ampliou a praça com a demolição das velhas casas
que se encontravam em seu redor, mas foi somente no último mandato do prefeito Francisco Matias Rolim (1977 - 1983) que ela recebeu seu aspecto atual.  

 
• Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima 

A Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima, originária da primeira capela da cidade de
Cajazeiras, erguida ainda pela Mãe Aninha em 1834, tinha como padroeira Nossa Senhora
da Piedade e, com a criação da Diocese, em 1914, subiu ao posto de Catedral, que só mudou  com a inauguração da  nova igreja em 1957. A partir de então a Igreja Matriz tornou-se Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, por decreto diocesano de 12 de janeiro de 1957 que perdura até os dias atuais. Ao longo de sua trajetória, a Matriz passou por várias reformas, especialmente, na parte interna que, de acordo com pessoas conhecedoras da história da cidade, acabaram por descaracterizar seu aspecto original. Segundo consta da memória dos cajazeirenses é também nessa igreja que se encontram sepultados os restos mortais do fundador da cidade – o Padre Inácio de Sousa Rolim, embora não se saiba ao certo se do lado direito ou esquerdo do altar mor
.

• Praça Ana Albuquerque (Mãe Aninha) 
• Colégio Nossa Senhora de Lourdes
 
Praça Ana Albuquerque (Mãe Aninha), localizada também no centro da cidade está
situada em frente ao Colégio Nossa Senhora de Lourdes (Antigo Colégio Padre Rolim).
Segundo dados colhidos no Livro de Tombo da Diocese n° 1, folha 19, a Praça Mãe Aninha
foi o palco das comemorações do centenário do início da construção do Colégio Padre Rolim, evento ocorrido em 22 de agosto 1937, ocasião em que foi inaugurado o monumento central da praça, em homenagem ao Padre Rolim, local em que, segundo informações do referido livro foram depositadas as cinzas da Mãe Aninha pela ocasião da comemoração acima citada.
O atual Colégio Nossa Senhora de Lourdes, inaugurado em 1843, foi na realidade o
Colégio através do qual, o Padre Rolim iniciou suas atividades educacionais em Cajazeiras, ou seja, o primeiro Colégio Padre Rolim. Em 1921 o colégio se tornou Escola Normal. entre 1928 até meados da década de 1980. Foi na década de 1930, no bispado de Dom João da Mata, que o prédio de Colégio passou por reformas, recebendo um andar superior. O nome Nossa Senhora de Lourdes passou a designar o Colégio apenas por volta de 1952. Embora não se tenha conhecimento de uma determinação legal para isso, deduzimos apenas que essa mudança de nome se deveu à própria religiosidade das irmãs que conduziam o colégio. 
A partir de 1990, a instituição de ensino passou a ser administrada pela Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora (IENS), provenientes do Rio Grande do Sul, e que até hoje se encontram à frente da instituição. 

• Colégio Diocesano Padre Rolim 
Já o Colégio Diocesano Padre Rolim teve iniciada sua construção em 1934, no local
onde existia uma antiga casa de caridade daquelas que o Padre Ibiapina espalhou pela
Região Nordeste. No início, contava com um prédio em dois pisos. Somente por volta da
década de  1940 é que foi erguida a capela Nossa Senhora Auxiliadora, já pelos padres
salesianos que estiveram à frente do Colégio até o início da década de 1960.
Atualmente o prédio do extinto colégio abriga a Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras e Artes de Cajazeiras – FAFIC, que é mantida e administrada pela Diocese.


• Catedral de Nossa Senhora da Piedade 

A Catedral de Nossa Senhora da Piedade teve lançada sua pedra fundamental, em 1937, mas ficou durante 20 anos em obras antes de terem iniciadas suas atividades paroquiais. Subiu ao posto de Catedral em 1957, quando recebeu em procissão solene a imagem da padroeira, Nossa Senhora da Piedade, da antiga Catedral (atual Matriz de Nossa Senhora de Fátima). A partir de então, iniciou suas atividades religiosas, embora as obras de construção só tenham sido concluídas nas décadas posteriores.
Recentemente, a Igreja sofreu reformas em seu espaço interno o que descaracterizou os altares e santuário, em relação ao restante da estrutura arquitetônica original da parte interna da Igreja.

• Palácio Episcopal 

O Palácio Episcopal, construído no bispado de Dom Moisés Coelho, entre os anos de 1915 e 1932, a sede da Cúria Diocesana, em conjunto com a capela lateral, formam um conjunto arquitetônico imponente, sendo um dos exemplares mais bem conservados do patrimônio arquitetônico e histórico de Cajazeiras no que se refere aos aspectos originais, tanto interna como externamente. O edifício passou recentemente por um processo de restauração de seu interior.

• Praça Cardeal Arco Verde 

A Praça Cardeal Arco Verde fica localizada em frente à Igreja Catedral e ao palácio episcopal. Sua construção data da mesma época da construção da igreja, seu nome foi escolhido em homenagem ao primeiro Cardeal da América do Sul, que era ex aluno do Colégio do Padre Rolim em Cajazeiras (SOUZA, 1981, 49). A praça se constitui em um local amplo e ajardinado que, ao longo dos anos, tem servido de espaço de sociabilidade entre amigos e familiares que se reuniam/reúnem após as missas, além de ponto de encontro de casais de namorados.

• Prefeitura Municipal 
• Praça Dom João da Mata 


A Prefeitura Municipal de Cajazeiras foi construída na gestão de Otacílio Jurema, inaugurada ainda na década de 1950 na Praça Dom João da Mata também conhecida como Praça do Congresso por ter sido este, o local da realização do I Congresso Eucarístico Diocesano da cidade em 1939.
O evento foi comandado pelo então bispo de Cajazeiras, Dom João da Mata, por isso a homenagem da cidade. A praça abriga um monumento também inaugurado em 1939 como marco comemorativo ao Congresso Eucarístico, acontecido no local.

• Seminário Nossa Senhora da Assunção 

• Escola Profissional Monte Carmelo 


Edificação construída na década de  1960, o prédio abriga tanto a Escola Profissional Monte Carmelo, como a Congregação das Irmãs Missionárias Carmelitas que a administram. Embora exista desde 1982 um convênio entre a congregação das irmãs missionárias e o governo do Estado, possibilitando o oferecimento do Ensino Fundamental do 1° ao 5º ano, no relato das irmãs sobre a história da instituição fundada em 1938, a congregação já oferecia serviços de instrução à juventude cajazeirense. Aulas de alfabetização, trabalhos manuais, corte e costura e prendas domésticas faziam parte do currículo que, por aquela época funcionava na escola. Contudo, de acordo com a Irmã Araújo, atual diretora do Carmelo, as dificuldades financeiras obrigavam a escola a funcionar em caráter particular, contando com a colaboração dos pais dos alunos e da sociedade para o andamento de suas atividades.

• Morro Cristo Rei

O Morro Cristo Rei se encontra cadastrado na lista dos bens patrimoniais tombados pelo IPHAEP em Cajazeiras, embora seja caracterizado como área de preservação, abriga uma comunidade de moradores bastante numerosa. O monumento ao Cristo Redentor, colocado no alto do morro em 1939, por ocasião do I Congresso Eucarístico Diocesano, também é reconhecido como patrimônio histórico da cidade. Contudo, a quantidade de antenas existentes no local tem ofuscado a beleza da estátua, que é uma réplica do Cristo Redentor do Rio de Janeiro. Apesar de ser parte do acervo do patrimônio histórico da cidade, nenhuma política de reparo com relação a esses danos tem sido anunciada pela administração municipal ou pelo próprio IPHAEP.
• Praça Coração de Jesus
Praça Coração de Jesus, antiga Praça dos Carros, essa denominação era quase toda de inspiração popular, sem nenhuma ingerência do poder público municipal. Só, no início do século passado, a edilidade começou a se preocupar com a denominação de logradouros públicos, numerando os prédios neles existentes. Vem dessa época a denominação de Rua Padre José Tomaz que era, já àquele tempo, uma das artérias mais movimentadas da cidade, pela sua localização no trecho de maior atividade. Foi calçada, a paralelepípedo, pelo Prefeito Joaquim Gonçalves de Matos Rolim. do prefeito Francisco Matias Rolim, ganhou pavimentação asfáltica. (Extraído do livro Ruas de Cajazeiras, Deusdedit Leitão, 2005, pag. 18 e 19)

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Vale salientar que, dentro do perímetro da demarcação do centro histórico da cidade, encontram-se várias outras edificações de destaque que estão citadas e mostradas em fotografias, na dissertação, bem como outras praças, a Praça Coronel Matos, onde acontece atualmente a chamada Feira da Fruta; a Praça Galdino Pires; cujo nome homenageia um dos mais antigos produtores de algodão e proprietário de usina de beneficiamento do produto na cidade.

Fonte: Dissertação (Mestrado) – UFPB/CCHLA. Dissertação de Mestrado  da Professora  Eliana de Souza Rolim, João Pessoa, 2010

segunda-feira, 20 de junho de 2016

CURIOSIDADES SOBRE A 1ª IGREJA BATISTA DE CAJAZEIRAS


A Primeira Igreja Batista de Cajazeiras foi fundada em 06 de janeiro de 1948 pelo Pastor Gustavo Barbosa de Queiroz e sua esposa conhecida como Maria, a "cantora". Antes de ser implanta oficialmente, a Igreja Batista já era atuante em Cajazeiras pelo menos acerca de 10 anos na forma de congregação, com a- proximadamente 42 membros.

A sua implantação na cidade não foi fácil, tendo em vista a forte tradição reinante do catolicismo romano. As perseguições eram tantas que segundo informações dos seus membros mais antigos, os comerciantes eram proibidos de vender gêneros alimentícios aos protestantes - como eram chamados; e o sepultamento de- les passou a ser também proibido no cemitério municipal.
O ex-prefeito Francisco Matias Rolim conta a história do esposo de sua tia Amélia, Mestre Cícero, perneta (usava muleta), que pelo fato de ser protestante teve que deixar a cidade de Cajazeiras por falta de cliente em sua barbearia.